Cá está... Volto a acontecer. Volto a ter o coração que bate, as pernas que tremem, volto a fazer figuras tristes.
Volto a arranjar esquemas para estar com, a pensar em, e a ver a mesma imagem em loop no cérebro.
Raios! Aquele rabo, aquele busto peludo, aquela voz e aquele ar. Que coisa.
Raios! Que não quero, não posso e sei que não resulta.
Onde está o meu botão off?
Tanta conversa comigo a dizer que não vai dar, que não vou mudar que não acredito já e depois é isto...
Saí-me da cabeça, do cerebro, da pele! Sai-me que não quero aguentar outra vez o mesmo esquema: Amor, paixão, morte. Ciclos de dois anos, sempre iguais, sempre os mesmos. Eu não mudei, não vou mudar. Lamento mas sai.
Que pena! Esse rabo valeria a pena!
Volto a arranjar esquemas para estar com, a pensar em, e a ver a mesma imagem em loop no cérebro.
Raios! Aquele rabo, aquele busto peludo, aquela voz e aquele ar. Que coisa.
Raios! Que não quero, não posso e sei que não resulta.
Onde está o meu botão off?
Tanta conversa comigo a dizer que não vai dar, que não vou mudar que não acredito já e depois é isto...
Saí-me da cabeça, do cerebro, da pele! Sai-me que não quero aguentar outra vez o mesmo esquema: Amor, paixão, morte. Ciclos de dois anos, sempre iguais, sempre os mesmos. Eu não mudei, não vou mudar. Lamento mas sai.
Que pena! Esse rabo valeria a pena!